Fomos conhecer o Museu da Indústria de Chapelaria, tutelado pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, uma instituição de natureza permanente, com fins não lucrativos, criado para o interesse colectivo, com acesso regular ao público, que reúne bens culturais e a informação que lhes está associada, conserva-os, documenta-os, investiga-os, interpreta-os e difunde-os, com objectivos científicos, culturais, educativos e lúdicos e com finalidades de democratização da cultura, de promoção da cidadania e de desenvolvimento da sociedade.
A Empresa Industrial da Chapelaria ficou conhecida entre as gentes da época pela "Fábrica Nova", e foi fundada em 1914 por António José Oliveira Júnior

Visitamos a exposição permanente ou de longa duração contempla sete áreas distintas.
Cada área refere-se a uma fase de fabrico diferente, sendo apresentada nessa área as máquinas/ferramentas que contribuem para o processo e respectivas matérias primas saídas de cada uma delas.
Pretendendo-se estimular uma visita multi-sensorial, o museu disponibiliza ao visitante essas mesmas matérias primas, que podem ser vistas, tocadas, cheiradas... sentidas. Paralelamente, e porque os sons das máquinas e ferramentas são importante elemento do mundo fabril, reproduzimos em cada um dos sectores ou áreas de trabalho, os sons que se ouviriam se essas mesmas máquinas estivessem a funcionar.
Antes da visita terminar o visitante pode assistir ao acabamento de chapéus. Na sua bancada de trabalho a D. Deolinda, ex-operária da Empresa Industrial da Chapelaria, acaba os chapéus que serão vendidos na loja, explicando aos visitantes as diferentes fases do acabamento de um chapéu.
A última sala de exposição é dedicada ao chapéu, esse acessório de moda, sujeito às flutuações dos hábitos do vestir e do conviver social.
Para finalizar, visitamos a Exposição temporária "Chapéus de todo o Mundo".
Se ao prazer da viagem for aliado o gosto pela história e pela cultura, corremos o risco de querer trazer connosco um pouco de todos esses lugares que nos são diferentes mas que, no fundo, não são mais do um de “nós” em outro contexto cultural.
Se ao prazer da viagem for aliado o gosto pela história e pela cultura, corremos o risco de querer trazer connosco um pouco de todos esses lugares que nos são diferentes mas que, no fundo, não são mais do um de “nós” em outro contexto cultural.
A exposição “Chapéus de todo o Mundo” representa muitas dessas viagens e resulta da generosidade de todos os viajantes que ofereceram ao Museu o chapéu que adquiriram em diversas partes do Mundo.
Retratar simbolicamente a cultura de determinado País, através de um chapéu, é o desafio desta exposição, que propõe aos seus visitantes o confronto com o Outro e com as especificidades sociais e culturais que ajudam a construir múltiplas identidades.
De certo modo, pretendemos levar o visitante a refletir acerca da riqueza humana que agrega e consolida os povos porque, como diria Daniel Serra Vaz, um dos maiores colecionadores privados de chapéus, esta exposição “permite dar a volta ao mundo sem sair do mesmo local”.
(textos elaborados com base em http://museudachapelaria.blogspot.pt/p/exptemporaria.html)
Ainda fomos de autocarro até ao Castelo, na esperança de que o tempo melhorasse, mas sem sucesso.
Assim, viemos para a Escola e tivemos de fazer o nosso "piquenique" na Biblioteca. Foi a única opção.
Após o almoço, tivemos uma sessão de cinema improvisada com o filme "Frozen - o Reino do Gelo".
Teria sido muito mais divertido e interessante o nosso piquenique e visita ao Castelo, mas também foi uma tarde diferente!
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