09 junho 2014

Visita de Estudo

Na passada 6ª feira, dia 6 de junho de 2014, a nossa Escola realizou uma visita de estudo.

Fomos conhecer o Museu da Indústria de Chapelaria, tutelado pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, uma instituição de natureza permanente, com fins não lucrativos, criado para o interesse colectivo, com acesso regular ao público, que reúne bens culturais e a informação que lhes está associada, conserva-os, documenta-os, investiga-os, interpreta-os e difunde-os, com objectivos científicos, culturais, educativos e lúdicos e com finalidades de democratização da cultura, de promoção da cidadania e de desenvolvimento da sociedade.






Conceptualmente é um museu vivo, em contacto com a população local e com as suas dinâmicas sociais e culturais e com os seus diferentes públicos, sendo um espaço por excelência do "ver e aprender a fazer" e até do "fazer" verdadeiro, cabendo-lhe como função expor, explicar, ensinar, fazer e deixar fazer. 
A Empresa Industrial da Chapelaria ficou conhecida entre as gentes da época pela "Fábrica Nova", e foi fundada em 1914 por António José Oliveira Júnior


Visitamos a exposição permanente ou de longa duração contempla sete áreas distintas.

Cada área refere-se a uma fase de fabrico diferente, sendo apresentada nessa área as máquinas/ferramentas que contribuem para o processo e respectivas matérias primas saídas de cada uma delas.

Pretendendo-se estimular uma visita multi-sensorial, o museu disponibiliza ao visitante essas mesmas matérias primas, que podem ser vistas, tocadas, cheiradas... sentidas. Paralelamente, e porque os sons das máquinas e ferramentas são importante elemento do mundo fabril, reproduzimos em cada um dos sectores ou áreas de trabalho, os sons que se ouviriam se essas mesmas máquinas estivessem a funcionar.

























Antes da visita terminar o visitante pode assistir ao acabamento de chapéus. Na sua bancada de trabalho a D. Deolinda, ex-operária da Empresa Industrial da Chapelaria, acaba os chapéus que serão vendidos na loja, explicando aos visitantes as diferentes fases do acabamento de um chapéu.







A última sala de exposição é dedicada ao chapéu, esse acessório de moda, sujeito às flutuações dos hábitos do vestir e do conviver social.

Para finalizar, visitamos a Exposição temporária "Chapéus de todo o Mundo".

Se ao prazer da viagem for aliado o gosto pela história e pela cultura, corremos o risco de querer trazer connosco um pouco de todos esses lugares que nos são diferentes mas que, no fundo, não são mais do um de “nós” em outro contexto cultural.

A exposição “Chapéus de todo o Mundo” representa muitas dessas viagens e resulta da generosidade de todos os viajantes que ofereceram ao Museu o chapéu que adquiriram em diversas partes do Mundo.

Retratar simbolicamente a cultura de determinado País, através de um chapéu, é o desafio desta exposição, que propõe aos seus visitantes o confronto com o Outro e com as especificidades sociais e culturais que ajudam a construir múltiplas identidades.

De certo modo, pretendemos levar o visitante a refletir acerca da riqueza humana que agrega e consolida os povos porque, como diria Daniel Serra Vaz, um dos maiores colecionadores privados de chapéus, esta exposição “permite dar a volta ao mundo sem sair do mesmo local”.
















Mas as más condições meteorológicas não nos permitiram fazer o tão aguardado piquenique e visitar o Castelo de Santa Maria da Feira na parte da tarde.

Ainda fomos de autocarro até ao Castelo, na esperança de que o tempo melhorasse, mas sem sucesso.



Assim, viemos para a Escola e tivemos de fazer o nosso "piquenique" na Biblioteca. Foi a única opção.




Após o almoço, tivemos uma sessão de cinema improvisada com o filme "Frozen - o Reino do Gelo". 




Teria sido muito mais divertido e interessante o nosso piquenique e visita ao Castelo, mas também foi uma tarde diferente!



Sem comentários:

Enviar um comentário